FISK no Jornal da Comunidade: Hora de aprender outra língua

A criação de postos de trabalho na Copa do Mundo amplia a procura pelas escolas de idioma. No ano passado os cursos contabilizaram maior demanda de estudantes

MAYCON FIDALGO
mfidalgo@jornaldacomunidade.com.br

Redação Jornal da Comunidade

Depois do dia 30 de outubro de 2007, quando o Brasil foi  anunciado como sede da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos, em 2014 e 2016, respectivamente, cresceu a procura em várias escolas de idiomas do Distrito Federal. A demanda pelo aprendizado de uma segunda língua aumentou e, com ela, a promessa de trabalho nos eventos esportivos.

Taxistas, garçons, recepcionistas, vendedores e profissionais que, em geral, se relacionam com uma grande quantidade de pessoas estão se preparando para receber cerca de 600 mil turistas internacionais. Destes, mais de 206 mil são esperados em Brasília, mostra pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV), encomendada pelo Ministério do Turismo (MTur). Após a África do Sul sediar o certame desportivo realizado a cada quatro anos pela Federação Internacional de Futebol (Fifa), houve registro de meio milhão de visitantes naquele país e calcula-se que 130 a 250 mil empregos foram gerados durante o Mundial.

Uma das 12 cidades-sede da Copa, o Distrito Federal se destacará em segmentos que variam do comércio varejista ao setor hoteleiro. “Apesar de os eventos esportivos serem uma oportunidade para o Brasil, é também uma faca de dois gumes. Se não estivermos preparados, muitos voltarão falando mal da recepção brasileira”, acredita Adelmir Santana, presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio/DF). Ele acha que, por ser o Mundial um evento de curta duração, é importante as pessoas serem bem capacitadas para receber os visitantes. “Temos de conquistá-los para que retornem ao Brasil depois do torneio”, esclarece.

Jefferson Henry, diretor da unidade Fisk na Asa Sul e Taguatinga Norte, diz que a ideia do curso nasceu com a Copa de 2014
Jefferson Henry, diretor das unidades Fisk na Asa Sul e Taguatinga Norte, diz que a ideia do curso nasceu com a Copa de 2014

Com 15 milhões de alunos formados em seus 53 anos de existência, a Fisk criou um curso específico de idioma para os profissionais que trabalharão na Copa. O programa de estudo é um dos pioneiros em relação aos eventos desportivos: “Ficamos muito tempo formulando esse curso, desde quando o Brasil foi anunciado como sede da Copa. Há dois anos a escola aprimora o material para fazer algo diferenciado”, afirma Jefferson Henry, diretor das unidades da Fisk na Asa Sul e Taguatinga Norte.

O método de ensino comunicativo tem como objetivo capacitar o estudante na língua inglesa através de dramatizações nas aulas. As simulações englobarão aspectos importantes, introduzindo o profissional em situações costumeiras, como barganhar, ajudar visitantes e instruir clientes. “A ideia das lições segue o modelo de ‘aula-laboratório’, na qual a conversação será o ponto principal”, explica Jefferson.

Divulgado no Congresso em Mogi das Cruzes, o curso é direcionado a profissionais dos setores alimentício, comercial, turístico, hoteleiro e até mesmo de transporte. O material May I help you?, composto por dois livros, foi planejado pela Richard Hugh Fisk Foundation: “Houve muita procura, as pessoas estavam preocupadas com o Mundial. A Fisk de São Paulo, sabendo disso, montou esse programa pensando nessa demanda, que já era um pouco reprimida”, diz o diretor.

Veja a reportagem na íntegra no link abaixo:

http://comunidade.maiscomunidade.com/conteudo/2011-08-06/educacao/4774/HORA-DE-APRENDER-OUTRA-LINGUA.pnhtml

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